Hoje, o blog da segurança traz um conceito que é muito conhecido por todos. A Popularidade do termo Ergonomia é cada vez mais perceptível, principalmente quando produtos entram no mercado já com a proposta ergonômica. As propagandas usam do termo pra ganhar mercado principalmente pelo que a proposta da ergonomia transmite para os consumidores. E vocês o que acham disso? Qual a ideia que se tem de um produto projetado com uma concepção ergonômica?
Mas afinal de contas, o que seria uma concepção ergonômica?
Ergonomia (do Grego: Ergon = trabalho + nomos = normas, regras, leis) é o estudo da adaptação do trabalho às características dos indivíduos, de modo a lhes proporcionar um máximo de conforto, segurança e bom desempenho de suas atividades no trabalho. (http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/ergo.htm)É fácil para nós reconhecermos esse conceito no cotidiano, basta observar os anúncios de produtos dos mais comuns aos mais sofisticados.
No início do mês (01-16)/10 aconteceu no Salão mundial do automóvel em PARIS, um dos maiores encontros automobilísticos do ano, onde são apresentados lançamentos da categoria, clássicos e o que há de mais tecnológico no momento.

Neste encontro, foi apresentado pela LEXUS - divisão de veículos de luxo da Toyota - o conceito de banco cinético - A ergonomia máxima!
A Proposta apresentada pela LEXUS foi trazer um banco que tornasse a postura humana natural e saudável, partindo do princípio de que suas duas principais estruturas se movimentam de forma independente para dar ao movimento da cabeça mais estabilidade.
O estudo para criar esse novo conceito parte da análise na estrutura humana, onde a coluna vertebral é capaz de estabilizar a cabeça sem ser comprometida pelos movimentos de rotação que o tronco desenvolve ao executar os movimentos. Fantástico, não é?
O diferencial desse banco é que o acento e as recosto foram projetados para uma movimentação cinética com o peso do ocupante e as forças às quais o motorista está sujeito, Além do estofamento da estrutura em forma de teias de aranha que permite um ajuste flexível para o ocupante permanecer conformável por longos períodos.
O material do recosto em forma de teia não é derivado de petróleo, são feitos de material sintético da seda de aranha, denominado QMONOSTM e produzido pela Spiber Inc.
O principal componente desse material é a proteína, criada por fermentação microbiana, sendo posteriormente centrifugada e processada. O mais interessante: As propriedades mecânicas de absorção de impacto são extremamente superiores aos materiais convencionais.
E então? Quem já vai adquirir o seu?!
É incrível como um conceito unido a uma tecnologia podem projetar algo revolucionário! E claro, Segurança em primeiro lugar.
Nos vemos nas próximas publicações. Até lá!
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